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Arquivo da categoria: Reflexões poéticas
Setembro de 2008
Mais um dia = Menos um dia Perdão = Ressentimento Dor = Solidão Exaustidão = Entrega Desafeto = Perda . Analogia dualidade unilateral . Menina morreu, mulher entristeceu . Agradeço a longa infância que não traz … Continue lendo
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O óbvio, o óbito.
Falar como se não estivesse. Querer ou temer o último: ato gesto, passo, fato. Almejar por muito tempo, alcançar muito pouco, repensar, martirizar, descompensar. Deixar de amar: odiar. Não querer amanhecer sem deixar de viver, sobrevida que teima … Continue lendo
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Quem são?
Para ‘quem’ chegar? Por que chegar? O que proteger? Quem vai querer ter? Fogueira da inquisição Suástica Dominação Se não for para o bem que se vá então Pode rir, pode chorar A cada dez … Continue lendo
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Ressentimento.
Sim, nós somos vira-latas Tivemos pedigree Ainda mantemos nossas raças Nossa educação evadiu-se Por causa desses humanos sem-graça Uns nos tratam feito filhos Outros feito roupa com traça E nós temos sentimentos Choramos por dentro e por fora … Continue lendo
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Fiz minha parte.
O que eu quero está perto O que eu quero parece longe Tangível logo ao lado Da emoção tudo em vão Fazendo ou não deixando de fazer O jogo não muda por medo de crescer Adulto idiota … Continue lendo
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Não passa disso.
Maldita solidão Dói lá dentro Aperta o coração Fere os sentimentos Maltrata a razão Trai pensamentos Vira obsessão. Dura dez minutos Faz o mundo girar Muda uma estória Traça um paralelo ao caminhar. Sem cuidado onde … Continue lendo
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Culpa dos baldes
Ó recôndito ‘eu’, austero mundo que me cerca, prantos que exprimo sem sequer ser percebida por seres que fazem parte do meu todo. Caminhos que desabam como estrelas cadentes, estas que acumulam desejos, que fazem o seu show, … Continue lendo
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Depois é nada
Recordação da tempestade Que se usa de lição Virou conto, uma história Que tem verdade, que tem razão Agora vive num furacão Que demora Que devasta Que arrasta Agora dura mais Começa a destruição Ora parecia … Continue lendo
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