Adverso ao reflexo

Diga então estranho, o que vê do lado de fora?

Eu estou aqui dentro e não vejo de outro modo agora, diz estranho o que parecer ser, como estou agora, regredi, parei de crescer?

O estranho que veio antes disse coisas que eu sabia, reforçou antigos esforços que recompensou o ego e a essência.

Diga agora estranho, quem diz é você, não posso dizer como sou agora, posso me advertir se alguém apontar, posso me consumir e ficar sem falar, posso apenas gostar e parar de te perguntar.

E então estranho, que carga possui?

O que traz de tão bom?

Por que nunca conclui?

Diz agora estranho, o que espera ver, pensa em uma resposta e faz acontecer, diz se o que vê é adverso demais ao que conhece, diz agora estranho: o que realmente acontece?

Olha aqui, dá uma luz, maluco estranho, o que te conduz?

Diz estranho se eu sou normal, diga se sou do bem, diga por que faço o mal.

Pois é estranho, você está observando como eu vou levando os dias para os quais abro os olhos para ver, aí de fora parece igual, mas quero que novas coisas comece a perceber.

Que aconteceu que não choro?

Diz estranho, paga para ver.

Emoções eu devoro e aí de fora você não vê.

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