Por tempo indeterminado

Agora vejo uma tênue linha que separa o ser e o estar, atos confusos, mente perturbada, vontade do normal sem ter certeza o que parecia mais normal em toda essa jornada.

Tenho medo de esquecer o que era bom o que me fazia bem.

Olha eu aqui jogada há uma semana sem saber por que dói, sentindo-me indignada e preocupada com o que a dor pode trazer.

O que meu pai diria?

Sinto que cada vez mais estou sozinha e que o mundo me aguarda cheio de surpresas, parece que estou sendo ‘amaciada’ para poder correr sem mais ninguém ao meu lado.

A atual intolerância com o mundo ao redor está me ensinando algumas coisas, está me levando a lugares que jamais pensei em passar só. E eu não tenho mais ‘saco’ para aturar ninguém.

Não é por mal, não é por querer, mas eu quero ficar desse jeito por enquanto, não tenho nada a oferecer no momento, não consigo me esforçar para agradar ou parecer aceitável. E eu não estou numa fase de aceitação, pois gosto e respeito as pessoas como elas são, não tenho que parecer ou ser nada.

Os humanos estão cada vez mais complicados.

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